30 de jan. de 2017

As crianças respondem " Perguntas que vão dar o que falar!"


 Conhecem o livro "100 Perguntas que vão dar o que falar"? Então, este livro contém um longo questionário bem interessante para crianças. O objetivo é fazer tais perguntas em anos diferentes e ver como a criança vai desenvolvendo seu modo de ver o mundo a sua volta. Tenho certeza que vocês vão se impressionar com as respostas dos seus filhos!Eu separei 5 perguntas para Isaque, Lídia e Elisa e vocês podem conferir no vídeo abaixo:



23 de jan. de 2017

Dez perguntas mais feitas a uma Doula


 "O que é parto humanizado? O que a doula faz?" Essas e outras perguntas foram respondidas pela doula Fabíola Coutinho aqui!! Assistam ao vídeo...



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18 de jan. de 2017

Relatos da Maternidade | Diagnóstico de Pânico no Puerpério


 Hoje estamos estreando um novo quadro no Diário, o  "Relatos da Maternidade". Estaremos compartilhando experiências e convido você, mamãe, para se juntar a nós. Se você tem algo que gostaria de compartilhar com outras mamães, ajudar, incentivar ou até mesmo alertar, entre em contato conosco e estaremos publicando aqui o seu relato.

 Confiram o primeiro relato do quadro e compartilhem com suas amigas!



 Síndrome do Pânico no Puerpério

"A gravidez da minha terceira filha foi totalmente diferente das anteriores, me sentia cansada e com nervos a flor da pele. Com 36 semanas, senti a perda de paladar em 2/3 da língua, parecia que minha língua estava coberta com alguma coisa que não me deixava sentir o gosto dos alimentos. Sentia meu olho irritado, mas como o tempo estava muito seco, não dei muita bola. Na manhã seguinte, levantei como de costume, meu esposo já tinha saído pra trabalhar e os meninos ainda dormiam, fui ao banheiro e quando coloquei água na minha boca, percebi que não conseguia segurá-la, a água escorria toda pelo canto da boca. Quando olhei no espelho vi que tinha algo de errado, comecei a ficar desesperada mas consegui me acalmar e liguei pra uma amiga enfermeira. Ela me orientou a ir até o posto de saúde que ela estava, pra aferir minha pressão arterial e ver o que a gente fazia. Chegando lá, minha amiga me olhou e disse que aparentemente era uma paralisia facial, porque meu olho já não piscava e minha boca estava paralisada. Então já desci direto para a clínica, onde conseguimos um neuro que me atenderia. Ele fez todos os testes e me deu o diagnostico da Paralisia Facial de Bell, que até então, nunca tinha ouvido falar. Saí de lá com receita de corticoide, colírio de lágrima artificial, uma pomada para o olho e prescrição de fisioterapia. 

 Passado o susto, tentei organizar as ideias e encarar de frente. Não foi fácil olhar no espelho e ver meu rosto sem expressão, era horrível! Ouvi crítica de onde nunca imaginei que viria, minha alto estima foi no chão e meu emocional foi totalmente abalado. 

 Enfim, chegou o tão esperado dia do nascimento da minha filha, mas eu não conseguia sorrir nas fotos, sentia vergonha porque minha boca ainda estava bem torta. Tive reação a anestesia, vomitei muito no pós operatório e quando tive alta, mesmo estando bem fisicamente, sentia como se minha cabeça estivesse oca, era como se meu cérebro se debatesse dentro dela.

 Dois dias depois, recebi visita da minha querida fisioterapeuta. Pedi, que se possível, ela aferisse minha pressão arterial, ela se colocou prontamente, e descobrimos que a pressão estava altíssima. Fui encaminhada para o hospital, onde fui medicada e orientada a procurar um cardiologista na manhã seguinte. Fiz todos os exames pedidos e estavam todos normais. O cardiologista me mandou de volta pro neuro para ver essa sensação na cabeça. 

 Nesse tempo, eu já tinha um medo horrível de morrer e de deixar minhas crianças, era algo inexplicável, coração acelerava, suava frio, era horrível... tinha a impressão que teria um AVC, chegava a sentir meu braço e perna direita adormecendo. Então o neuro pediu uma tomografia. Eu tinha certeza que daria alguma coisa, algum tumor, aneurisma, sei lá... qualquer coisa! No dia de mostrar o exame estava muito nervosa, com medo, tremia muito.  Quando o neuro abriu o exame e me disse que não tinha nada, senti um alivio tão grande! O neurologista disse que eu precisava de ajuda psicológica, e me encaminhou para uma psiquiatra. 

 Fui diagnosticada com síndrome do pânico. A psiquiatra conversou muito comigo, me passou a medicação (me orientou como tomar, para que não atrapalhasse na amamentação da bebê) e pediu que eu fizesse terapia. Foi como uma luz no final do túnel! A partir dali, fui aos poucos melhorando. 

Com tudo que passei, nasceu a vontade de divulgar para outras pessoas.  Por muitas vezes me sentia sozinha e imaginando que  eu passava por isso e, na verdade, é muito mais comum que imaginamos. Nossa mente comanda tudo! Tudo que ela imagina, o corpo responde. Se eu não tivesse aceitado que precisava de ajuda, talvez não teria me recuperado. 

 Hoje, escrever tudo isso que passei, ainda me revira alguns sentimentos, mas também me faz ver tudo com outros olhos. Tudo isso me serviu pra começar a agradecer mais do que pedir. Me ensinou a dar valor num sorriso, no beber água sem deixar vazar no canto da boca, no assoviar, até mesmo em conseguir encher um balão! E o melhor de tudo, agradecer a Deus pelo fato de estar bem, de poder acordar. Esse momento difícil também me mostrou as pessoas que realmente eu podia contar, que estiveram ao meu lado me apoiando sempre, e a aprender a deixar de lado pessoas que só criticavam. 

 Foi um ensinamento máster na minha vida. Um divisor de águas, que a meu ver, me transformou numa pessoa muito melhor."









Diana Reis
Casada, mãe de três crianças lindas.
Doula


***

 Quer mandar seu relato pra gente? Envie para diariodematernidade@hotmail.com com o título Relatos da Maternidade. Ah, não se preocupe, caso queira manter sua identidade em sigilo, é só comunicar no e-mail e não divulgaremos. O importante aqui é nos ajudar e apoiar sempre!


13 de jan. de 2017

Maternidade e Amizades



Quando nos tornamos mães, achamos que a grande mudança é a chegada do bebê. Preparamos o quarto, pesquisamos e fazemos aulas para aprender a cuidar dele, reorganizamos nossas rotinas de trabalho e mobilizamos todos em nossa volta. 
 No chá de bebê é aquela festa! As amigas super animadas, denominando-se "titias" e é aquele paparico só. Mas quando o bebê nasce, o número de visitas é bem inferior ao chá de fralda, aquela mão amiga quando se precisa, você conta nos dedos de uma mão quem são. Cadê todas as "titias" de antes? 

 Em cada fase de nossa vida, temos um grupo de amigos diferentes. Nos tempos de escola, faculdade, vizinhos, trabalho, até mesmo entre familiares, as afinidades vão mudando com o tempo. Mas percebo que há pessoas que levamos para toda vida conosco.

 Comecei a escrever esse post por causa da carta ali de cima. No 2° grau, tive um grupo de amigas que estudei nos 3 anos. Éramos unha e carne, fazíamos tudo juntas! E uma vez tive a ideia de trocarmos cartinhas no dia da amizade. E isso tornou-se um ritual para nós. Até hoje mantemos contato, marcamos encontros e temos um grupo onde nos falamos quase todo dia. Dias atrás algumas vieram conhecer a Linda e resolvemos fazer a troca de cartinhas também. 

 Fiquei dias refletindo sobre o conteúdo da carta de uma delas e pude perceber a diferença de amizades verdadeiras. Nem todas elas são casadas, nem tem filhos e seguiram rumos completamente diferentes mas nossa amizade continuou forte. Uma apoiando a outra, compartilhando seus receios e feliz pela realização da outra. Mesmo quando pensamos diferentes sobre determinados assuntos, ainda sim, repeitamos a opinião da outra. Amizade madura e leal.

 Tive muitas amizades que se foram com o tempo... Quando casei, quando tive Isaque, quando começamos a morar em outros estados (devido ao trabalho do meu marido), quando tive mais filhos... mas em meio a tudo isso, ainda tenho os poucos que continuam sendo AMIGOS. Mas também fiz novos, que vivenciam o mesmo que eu. Depois que me tornei mãe então?! Tenho amigas mamães maravilhosas, compartilhamos nossos receios, damos pitaco quando alguma pede e babamos nos filhotes! Rsrsrs... 

 O que eu quero dizer com tudo isso é que vivemos vários ciclos em nossa vida, mas os amigos de verdade permanecem. Você só saberá quem são quando precisar deles ou quando o ciclo que você estiver vivendo for diferente deles. Os verdadeiros, mesmo não compartilhando do mesmo ciclo, torcerão por você, ouvirão quando você precisar desabafar e se alegrarão, mesmo que não compreendam muito aquele ciclo. 

 As amizades que se vão, causam dor? Dependendo do grau de intimidade que vocês tinham, sim. Mas não deixe que a dor te consuma por muito tempo. Lembre-se que os verdadeiros amigos  permanecem.  
 Se você tornou-se mãe agora, saiba que você não está só! O universo materno nos leva a conhecer outras mamães que compartilham da nossa realidade e nos une de forma inexplicável. Não se desespere! Nós, mamães, estamos com você! Há momentos que nos sentimos só? Sim. Há momentos de exaustão, onde achamos que ninguém compreende o que estamos vivendo? Sim! Mas saiba que é um ciclo, esses momentos passam, e muitas vezes, são nesses momentos que encontramos aquela amizade leal.


"...Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida

inteira.
...Amizade não é dependência, submissão. Não se tem amigos 
para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da 
letra.É independência, é respeito.
...O que é mais importante: a 
proximidade física ou afetiva?
...Assim como há os amigos imaginários 
da infância, há os amigos invisíveis da maturidade. Aqueles que não 
estão perto podem estar dentro. 
...Amigo é o que fica depois da 
ressaca. É glicose no sangue.A serenidade."
Fabrício Carpinejar



11 de jan. de 2017

A Linda Chegou! | Vídeo do Parto Natural Hospitalar VBA2C


 Quem acompanha minha página do Facebook já viu o vídeo do parto que publiquei há duas semanas. Então, se você ainda não curte, curte logo (hehehe), pois sempre adianto as novidades por lá!

 Confiram o vídeo da chegada da nossa Linda! Ficou maraaa e só tenho a agradecer a Camp&Vídeo pela edição, que está nota 1000! 



 Ah, em breve estarei publicando o meu relato do parto. Aguardem! :*



8 de jan. de 2017

Super Irmãos


 A chegada de um bebê traz sentimentos controversos na vida dos irmãos mais velhos. A felicidade e a insegurança andam de mãos dadas e cabe a nós, os pais, trazer a estabilidade para os pequenos. Como fazer isso? Não tenho uma regra pra compartilhar com vocês, só digo que é necessário muito amor, atenção e deixar a criatividade aflorar.

 Eu andei pensando no que faria pra mostrar pras crianças que a chegada da Linda não os diminua, mas os deixava mais forte. Pensei, pensei e me surgiu a ideia de presenteá-los com algo que eles pudessem sempre lembrar da chegada dela e do que significava isso pra eles. Compramos correntinhas pra eles e uma pulseirinha pra Linda (achei mais apropriado já que não é seguro usar cordão em bebês). Num domingo, reunimos todos na sala e demos o presente, explicando que eles são "Super Irmãos" e sempre se protegerão.

 O vídeo foi gravado com celular e já estava escuro, então não garanto boa qualidade, mas vocês podem conferir a reação das crianças...


 Eu sei que não será o presente a marcar a memória deles, mas o dia em que dissemos que eles são os "Super Irmãos". Bens materiais se vão, mas o amor plantado no coraçãozinho deles, permanecerá por toda vida!



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